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domingo, 6 de julho de 2008

Ruínas de um castelo da Espanha

É uma ruína.

Mas que força maravilhosa tem essa ruína que, em vez de dar pena, ela sugere a idéia da grandeza que ela não tem mais!

Ela faz reviver um passado tão bonito que a gente se pergunta, às vezes, se esse passado que a gente imagina a propósito dela não é mais bonito do que ele realmente foi.

Exprimindo melhor: se ele não faz imaginar um passado mais bonito do que foi realmente.

É o próprio das coisas grandiosas quando elas caem. Elas caem, mas todo o seu passado fica como uma espécie de cauda enorme que desce do Céu até elas.

É a continuidade histórica, é o que foi e que deixou sua memória lendária nos homens. "Não sou mais, mas aprendi: fui! E se eu fui o que eu deveria ser, de algum modo eu serei para sempre!"

Quem não se toma de respeito diante dessas ruínas?

Espírito moderno: "isto aqui não adianta mais de nada, vamos dinamitar e arrasar essa colina para transformar isso numa coisa chata, rasa... digamos outra coisa, um imenso pátio para manobra de ônibus".

São dois espíritos, duas mentalidades.

Plinio Corrêa de Oliveira

(Fotos das ruínas do castelo de Turégano, Segovia, Espanha.)

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ENTRADA IDADE MÉDIA

2 comentários:

  1. nossa a historia desse castelo é´linda e ele tambem bonito

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  2. Tenho uma personalidade bem pós-moderna, mas gosto muito da Idade Média.

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