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| Castelo de Chaumont, vale do Loire, França |
Do lado de fora da igreja tirava-se fogo do atrito da pedra e acendia-se o círio pascal.
Porque assim como Nosso Senhor Jesus Cristo deu vida a seu próprio cadáver, assim da fricção de matérias inertes como as pedras nasce uma chama viva para acender o Círio Pascal.
Então, na noite, nas trevas, é acesa uma luz: é Nosso Senhor Jesus Cristo que ressuscita!
Acende-se o círio pascal e o padre entra com uma vela acesa na igreja e canta 3 vezes “Lumen Christi” (Luz de Cristo).
Com o fogo do círio pascal iam se acendendo as velas dos presentes e daí a pouco a igreja estava toda iluminada pela Luz de Cristo.
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| Capela do castelo de Amboise, vale do Loire, França |
Tudo quanto Ele disse e fez, por ter sido dito e feito por Ele, brilha de modo esplendoroso. É por causa dessa Lumen Christi que não se lê sem emoção o Evangelho.
A Igreja, instituição sobrenatural composta por homens ordenados na Hierarquia e na plebe fiel tem um reluzimento em seu ensino, governo, modo de ser, liturgia, etc., que também pode ser chamado Lumen Christi, porque vem de Nosso Senhor Jesus Cristo,
E assim como há um Lumen Christi na Igreja, a Cristandade também tem o seu lumen próprio.
Este lumen, enquanto refletindo na ordem temporal a Igreja e o espírito religioso e ortodoxo dos católicos que constituem a Cristandade, pode ser chamado, com a devida analogia, de Lumen Christi.
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| Castelo de Luynes, França |
É a parte onde existiu, como em nenhum outro lugar da Terra, numa como que plenitude, durante algum tempo, a Civilização Cristã.
Por assim dizer, aquele solo ficou ensopado das bênçãos do precioso sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.
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CASTELOS




De uma excelente iniciativa essa postagem de Castelos Medievais.
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