quarta-feira, 30 de maio de 2012

Jehay: joia esculpida pelo sonho de uma estirpe nobre

Castelo de Jehay, Bélgica, vista aérea
Castelo de Jehay, Bélgica, vista aérea

Quando se fala de castelos pensa-se antes de tudo nos maiores, grandes, belos e famosos. Portanto, nos castelos reais. E com justiça.

Porém, ao lado dessas obras primas dos povos europeus católicos, convive uma miríade de outros castelos erigidos por famílias nobres nos tempos da Cristandade.

Muitos desses castelos menores ainda são mantidos, e com muito esforço, por essas famílias de antiga estirpe.

Nos castelos, além dos dados históricos e artísticos sempre interessantes que se encontram em muitos guias turísticos, merece se destacar um dos lados menos publicitados.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Le Lude: castelo de conto de fadas

Le Lude: castelo de conto de fadas
Le Lude: castelo de conto de fadas
Há castelos que são próprios de um rei. Mas há outros, como o Lude, cuja beleza é como um sonho!

Podemos imaginar uma condessa, uma marquesa, vivendo neles como uma fada maravilhosa, admirável, benfeitora.

E, entretanto, a Civilização Cristã os trouxe para este vale de lágrimas para nos ensinarem a desejar o Céu.

O castelo de Le Lude, no vale do Loire, França, é um exemplo vivo disso.

No século X já existia no local uma fortaleza, assaz primitiva e rude, fundamentalmente militar. Foi o castellum Lusdi que pertencia aos duques de Anjou.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Castelo dos cruzados atrai crescente interesse

São João de Acre: fortaleza dos monges-cavaleiros hospitalários

Escavações recentes em São João de Acre, cidade da Galiléia de 50 mil habitantes, desvendaram uma cidade da era dos cruzados.

A prefeitura vai abrir ao público um bairro inteiro da Idade Média, quando Acre era a porta de entrada dos cruzados que iam libertar ou proteger Jerusalém.

A cidade foi conquistada pelos cruzados em 1104 e se tornou um centro de soldados e peregrinos católicos, que defendiam Jerusalém dos infiéis muçulmanos que ocuparam a região por volta do ano 632.

O bairro cruzado ficou tal como era em 1291, quando Acre foi conquistada subitamente por muçulmanos egípcios.