terça-feira, 27 de agosto de 2013

Como pensa um nobre proprietário de um castelo francês?

Pierre-Louis de La Rochefoucauld, duque de Estissac,
e sua esposa a duquesa Sabine
Pierre-Louis de La Rochefoucauld, duque de Estissac, declarou ao jornal irlandês “The Irish Times”, que ele não comemora o aniversário da queda Bastilha, fato revolucionário que marcou o inicio da derrocada da monarquia na França.

O duque afirma que são muitos os nobres franceses que assumiram essa posição, e que o socialismo ovante do presidente François Hollande os vem reforçando nessa recusa.

“Na Revolução Francesa nós tínhamos que fugir, nos esconder ou sermos mortos”, explica. No dia da Bastilha, há 224 anos, seu antepassado François Alexandre Frédéric de La Rochefoucauld foi interrogado pelo decadente rei Luis XVI se havia uma revolta em Paris.

E ele respondeu com uma frase célebre: “Não, majestade. Não é uma revolta, é uma revolução”.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Importância do castelo ou palácio real
para a vida de um povo

Castelo do rei São Luís IX em Paris, conhecido como Conciergerie
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Um castelo ou palácio real tem como finalidade abrigar o soberano ‒ ele tem que morar em algum lugar ‒ com o esplendor que corresponda à sua alta categoria.

Ali recebe visitas e embaixadores com suas credenciais, oferece banquetes, dá recepções, tem seus apartamentos privados onde leva a sua vida particular.

Tudo adequado ao supremo degrau dele, em correlação à etimologia da palavra majestade ‒ stat majus ‒, o estado que é maior, máximo, mais que todos os outros. Nisso consiste a majestade.

Mas esse é o aspecto interior do palácio.

O verdadeiro é perguntar que importância tem para a vida de um povo seu exterior.

O povo fica vendo que ali mora o homem que é o rei, o número um da nação.

Então, pergunta-se como é a habitação número um?

domingo, 18 de agosto de 2013

Faça uma visita virtual à Catedral de Santiago de Compostela


Veja vídeo


A história da catedral de Santiago de Compostela começou pelo ano 813, quanto um eremita de nome Pelayo e alguns pastores se depararam com uma estranha luminosidade.

Aquela misteriosa luz se espalhava sobre um pequeno bosque perto de um morro chamado Libredón. A paisagem, em certos momentos, ficava tão clara que se parecia a um campo estrelado (Campus Stellae = Compostela).

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O risco na vida dos homens dos castelos

Castelo de Cheverny, armas e armaduras
O jovem pajem que ia ser senhor feudal quando seu pai morrer, era esbelto, magro, fino, com o corpo ereto, com a fisionomia pronta para a aventura, de espada à cinta, pronto a montar um corcel e a correr para fazer uma viagem de um mês, no meio de todas as aventuras, e voltar carregado de glórias ou de ferimentos.

O homem da plebe não tinha obrigação de combater, não tinha vocação de herói.

Eles apenas tinham que ser produtivos.

Nas iluminuras e vitrais medievais aparecem tranqüilos, gordões e pacíficos.

O fidalgo não. Ele era feito para todos os brilhos, glórias, riscos, e para a qualquer momento, despencar em qualquer precipício!

Riscos da vida de um fidalgo? Mas todos! Todos!

Inclusive de um inimigo, que ele podia encontrar na esquina daquelas ruas tão sinuosas das cidades da Idade Média, com quem ele trava desde logo um duelo de morte, que seria o quinto do dia...

Depois ele vai repousar em sua cama, se não vai já de uma vez no caixão funerário...