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En 1218, Philippe Augusto fiz construir a torre principal. Em 1396, Guy de la Trémouille iniciou o castelo atual. Em 1602 foi adquirido por Maximilien de Béthune, o grande Sully, primeiro duque desse nome.
Louis XIV refugiou-se nele em março de 1652 durante a Fronde. Em 1715, acolheu Voltaire procurado em Paris por atos delitivos múltiplos. O castelo ficou com a família dos duques de Sully ate 1962. O governo comprou-o e iniciou restauros.
O jardim à francesa foi criado em 1689 e restaurado em 1982. Madame de Sévigné, possuidora de vários domínios, permaneceu por longos periodos no Château des Rochers. Nesta propriedade escreveu um grande número das famosas cartas endereçadas à sua filha.
A propriedade ainda pertence aos descendentes distantes dos Sévigné. Pode visitar-se a capela e um parte do palácio, onde há retratos da família e alguns objetos da Marquesa.
O castelo encontra-se na posse da mesma família desde há 700 anos. A primeira menção a uma fortificação em Roquetaillade é de 778. Carlos Magno, a caminho dos Pirinéus reagrupou seu exército em Roquetaillade e construiu o primeiro monte castrejo fortificado, em madeira. Em 1306, o Cardeal de la Mothe, sobrinho do Papa Clemente V, construiu uma segunda fortaleza: o Château “Neuf” de Roquetaillade, de planta quadrada com cinco torres e uma torre de menagem central.
O castelo nada sofreu durante a Guerra dos Cem Anos e nas guerras de religião. Só na Revolução Francesa torpes bandos vindos de Bordéus tentaram demoli-lo. O Marquês de Lansac acolheu-os no lugar, dobrou o seu soldo e convidou-os a descer à cave do palácio para provar o vinho. Os sem-vergonhas revolucionários acabaram desistindo.
Cerca de 1850 a família proprietária recorreu ao mais célebre arquiteto francês, Viollet-le-Duc que passou 20 anos para restaurar o palácio e a decoração interior, única na França.
O lugar foi ocupado desde a época galo-romana. Em 793, o Imperador Carlos Magno doou as terras a seu primo Guillaume de Gellone (Guillaume au court nez).
Bertrand I des Baux mandou contruir um castelo forte militar incrustado na rocha ocre, dotado de gigantescas muralhas, profundos fossos, ponte levadiça, ameias e de um poço de 34 metros. Em 1551, o Bispo de Orange mandou construir um notável pátio de honra renascentista.
Nos séculos XVI, XVII e XVIII, a família de Baume-Suze embelezou o castelo de forma sumptuosa. Porém, durante a Revolução Francesa o castelo foi torpemente saqueado. Os nobres herdeiros legaram o castelo a uma associação caritativa, a Fundação dos Orphelins Apprentis d’Auteuil.
No castelo existe “chambre de la Médicis”, onde Catarina de Medici e o seu filho Carlos IX planearam o Massacre do dia de São Bartolomeu, a 28 e 29 de Junho de 1572, que significou um forte freio ao incêndio huguenote.
Na Idade Média foi construído o imponente conjunto de fortificações, com dupla linha de muralhas, que representa o ápice da engenharia militar do século XIII. O traçado irregular das ruas estreitas contrasta com a magnificência das muralhas e.
O atual castelo foi construído por ordem de São Luís IX e é guarnecido por 59 torres e barbacãs, poternas e portas.
Foi restaurado no século XIX por Violet-le-Duc.
Em 1438, por casamento, o castelo passou para o Duque Jean de Refuge. Esta família manteve a posse até ao século XVII.
Após as devastações da Revolução Francesa (1789) foi transformado em tecelagem e alojamento para os trabalhadores agrícolas.
Em 1932, o governo comprou-o, restaurando-o completamente. Durante a II Guerra Mundial foram salvos no edifício vitrais da Catedral de Chartres e obras de arte do Museu do Louvre.
É considerado como um dos castelos da Loire.
Em 1180, São Laurent O'Toole, arcebispo de Dublin e legado do Papa, ali faleceu. Em 1430, durante a Guerra dos Cem Anos, Joana d'Arc, aprisionada em Compiègne pelos ingleses e conduzida a Ruão, passou por Eu, onde passou a noite.
No final do século XVI, o duque Henrique I de Guise iniciou a construção de um novo e vasto castelo. No século XVII, foi residência da famosa Grande Mademoiselle, duquesa de Montpensier e prima de Luís XIV. A Grande Mademoiselle enriqueceu-o e decorou-o.
No século XIX, passou ao duque de Orléans que o restauraram. Foi residência da Família Imperial Brasileira no exílio. Gastão de Orleans, Conde d'Eu, residiu em Eu com a princesa Isabel do Brasil, e três filhos. Os seus descendentes residiram no castelo até 1945.
Na década de 1940, os Orleans e Bragança venderam o castelo a Assis Chateaubriand. Em 1961 foi adquirido pelo governo francês. Abriga o Museu Luís Filipe que guarda também peças da Família Imperial Brasileira.
Concebido por Henrique II de Inglaterra e o seu filho, Ricardo Coração de Leão durante o século XII, foi capturado pelo Rei Filipe II em 1205 que o transformou numa grande fortaleza militar. Foi residência favorita de Carlos VII de França.
Durante a Revolução Americana, a França que lutou contra a Inglaterra utilizou o castelo como prisão para os ingleses.
O tufão do ódio anti-monárquico da Revolução Francesa saqueou-o e danificou-o severamente. Ainda hoje há partes visíveis apenas como ruínas malgrado as restaurações.
Queribus é um do “cinco filhos de Carcassonne”, junto com Aguilar, Peyrepertuse, Termes e Puilaurens: cinco fortes estrategicamente erguidos para defender a fronteira francesa contra a Espanha.
Na Reconquista, os domínios de Vimaranes foram outorgados, em fins do século IX, ao cavaleiro Diogo Fernandes. Uma de suas filhas, Mumadona Dias, fundou um mosteiro. Para protegê-lo dos muçulmanos e normandos a benfeitora principiou um castelo no topo do Monte Largo em dezembro de 958. O conde D. Henrique (1095-1112) fez do castelo sua residência erguendo a Torre de Menagem e ampliando o recinto defensivo.
Ali D. Afonso Henriques (1112-1185), resistiu em 1127, ao assédio do rei Afonso VII de Leão e Castela. No vizinho campo de São Mamede, D. Afonso Henriques livrou a célebre batalha onde nasceu a nacionalidade portuguesa (24 de Junho de 1128).
Entre os séculos XII e XIV o castelo foi aperfeiçoado, sendo testemunha de memoráveis fatos históricos.
Os séculos XVI e XVII, insensíveis ao simbolismo do castelo, fizeram dele uma cadeia municipal e um palheiro, caindo em ruínas. Em 1836, foi salvo da demolição que usaria suas pedras para ladrilhar as ruas de Guimarães.
A partir de 1937 é objeto de restaurações. Bem conservado, está aberto à visitação.
MAIS; MAIS; e MAIS ainda
A primeira edificação remonta ao século XI, quando o senhor normando de Ussé, Gueldin de Saumur, fez construir uma fortificação. No século XV, foi adquirido por Jean V de Bueil, capitão-geral de Carlos VII de França que começou a reconstrução na década de 1460. Após trocar muitas vezes de dono, o palácio passou para os Rohan. Chateaubriand trabalhou aqui nas suas Mémoires d'Outre-Tombe.
Deve-se à condessa de la Rochejacquelin os últimos grandes acrescentos ao conjunto. Pertence aos descendentes do Conde de Blacas, sobrinho da condessa.
O local foi ocupado pelos Romanos no século I a.C. As primeiras referências medievais são do ano de 806, quando ele pertencia à Catalunha. O castelo integrou o condado de Barcelona, e depois o viscondado de Narbona. Pelo Tratado de Corbeil em 1258 o Languedoc ficou com a França.
Na época da Cruzada contra os heréticos albigenses pertenceu a Guillaume de Peyrepertuse, excomungado em 1224. Ele se submeteu após o cerco de Carcassonne. São Luís reforçou o castelo em 1242, acrescentando-lhe o “torreão de San-Jordy”. O conjunto era uma das fortalezas reais ‒ os “cinco filhos de Carcassonne” ‒ que defendiam a fronteira francesa. Na época da Revolução Francesa foi abandonado, caindo em ruínas.
O conjunto é anterior a 778, quando foi tomado por Carlos Magno. Tornou-se a residência dos condes de Bigorre nos séculos XI e XII.
No século XIII passou para os condes de Champagne e, depois para a Coroa Francesa durante o reinado de Filipe, o Belo. Foi cedido à Inglaterra em 1360, mas voltou aos domínios da França no século XV. No século XVII, virou prisão real e, após os crimes da Revolução Francesa, prisão do Estado.
Abriga o Musée Pyrénéen, o maior e mais importante da região, que apresenta aspectos da arte e da vida cotidiana popular, desde a culinária local à indumentária.
Em 1215, o Quarto Concílio de Latrão denunciou a fortificação cátara como reduto de heréticos. Entre 1243 e 1244, Hugues d’Arcis, senescal de Carcassonne e o arcebispo de Narbonne, conduziram a cruzada, e após audaciosa escalada noturna puseram fim ao ninho de subversão e imoralidade. Os cátaros que não abjuraram seus erros pereceram na fogueira.
O castelo atual é obra do Marechal da Fé Guy II duque de Lévis que desejava a nunca mais os heréticos abusassem do local. No século XVII, perdida a sua função estratégica, mergulhou em ruínas. Mas nos séculos XIX e XX procedeu-se à sua restauração.
O castelo foi expandido por Ricardo I de Inglaterra. Filipe II da França recuperou o castelo em 1206 até que na Guerra dos Cem Anos foi destruído.
Luís XI reconstruiu um dos melhores exemplos da arquitetura medieval tardia com suas monumentais e altamente decoradas chaminés. No interior as salas são ricamente decoradas.
No grande salão do castelo celebrou-se o casamento de Ana da Bretanha com Carlos VIII em 6 de dezembro de 1491 que fez a união permanente da Bretanha e da França. Em 1886 iniciou-se sua restauração. O castelo pertence ao Instituto de França.
No século XIX o castelo estava abandonado e em ruínas, sendo hoje objeto de extensas obras de renovação.
Nos séculos XV e XVI prevaleceu a procura do conforto e reformas em estilo renascentista. O Parlamento da Bretanha refugiou-se no edifício em três ocasiões (1564, 1582 e 1583) por ocasião de epidemias de peste.
Entre 1547 e 1605, Vitré tornou-se bastião huguenote. Em 1605, o castelo passou para a família católica de La Trémoille. Ficou abandonado no século XVII. Após a barbárie da Revolução Francesa, a residência senhorial virou prisão e, depois, quartel.
Em 1875 iniciou-se a restauração. Atualmente, a câmara municipal de Vitré funciona no recinto e a praça do castelo tornou-se republicano estacionamento. MAIS
A origem remonta à noite dos tempos. Era mencionado como domicílio dos senhores de Ploërmel e Campénéac desde o século VIII. A família de Trécesson existe desde o século XIII. A tradição atribui a construção ao final do século XIV.
O castelo foi herdado pela condessa de Prunelé que habita atualmente nele.
No século XVII, o domínio foi equipado com áreas comuns e duas alas, enquanto um magnífico jardim formal foi estabelecido. O castelo pertence à família dos proprietários do castelo de Cheverny.
O castelo tem uma doca de maré, permitindo-lhe ser abastecido diretamente pelo mar e é rodeado por um fosso cheio de água. As defesas incluem numerosas seteiras engenhosamente situadas e as entradas são protegidas por “buracos assassinos”, a partir dos quais podiam ser derramadas substâncias como óleo quente sobre as forças inimigas. Os atacantes do Beaumaris Castle teriam encontrado 14 obstáculos separados e quatro linhas de fortificação resultantes de “paredes dentro de paredes”.
No século XIV as muralhas exteriores foram ameadas. Beaumaris não sofreu uma destruição deliberada durante a Guerra Civil Inglesa.
Eduardo II de Inglaterra nasceu aqui em 1284. Em 1646, durante a Guerra Civil Inglesa, a sua guarnição Realista rendeu-se às forças protestantes republicanas.
A tradição de investir o herdeiro do monarca britânico no castelo com o título de Príncipe de Gales começou em 1301 e foi repetido em 1969, com a investidura de Carlos, Príncipe de Gales.
Hoje aloja o Museu dos Fuzileiros Reais Galeses.
Conway assemelha-se a um castelo concêntrico, mas é uma fortificação linear construída num promontório rochoso. Isto destinava-se a prevenir uma minagem subterrânea e guardar a entrada para o Rio Conway.
O acesso ao castelo era feito, originalmente, por uma rampa com degraus através duma ponte levadiça, por uma portaria com grade e pela barbacã. Então, quem entrava virava à esquerda, através da portaria principal, para o pátio interior. Este continha os principais aposentos habitacionais para a guarnição e a torre prisão. Uma muralha e portaria com uma enfiada de seteiras defendia o pátio interior. Esta parte continha o aquecido Apartamento Real e o Grande Hall. Na parte de trás do castelo existia outra barbacã guardando o lado do rio.
No século XIII, foi construída uma torre de vigia. Em 1403, forças galesas capturaram o castelo e a guarnição inglesa mas foram resgatados pelo rei Henrique IV de Inglaterra.
No início do século XVII, o, em tempos, grande Castelo Real estava degradado. Em 1646 foi destruído deliberadamente pelo exército Parlamentarista e deixado como uma concha vazia.
A Rainha Mãe nasceu neste castelo e passou ali a sua infância. A sua segunda filha, a Princesa Margarida, também nasceu em Glamis. Uma imagem do castelo está estampada no reverso da nota de dez libras esterlinas.
O castelo aparece freqüentemente associado a lendas. De acordo com a tradição local, possui mais segredos obscuros que qualquer outro castelo na Escócia.
Nele o rei Malcolm II da Escócia foi assassinado. Na famosa peça de teatro de William Shakespeare, Macbeth residia no castelo.
O primeiro castelo normando de Rochester foi provavelmente uma torre de madeira com paliçadas.
O Bispo Gundulf construiu o castelo de pedra. Gundulf fez a Catedral Normanda de Rochester em 1080, e a Torre Branca da Torre de Londres.
O arcebispo da Cantuária, Guilherme de Corbeil começou a construir a grande torre de menagem de pedra em 1127. É a mais alta da Inglaterra e dominou a travessia do rio nos últimos 800 anos.
Teatro de muitos enfrentamentos medievais. No século XV foi poupado pela Guerra das Rosas. Hoje Rochester está ligado ao vizinho estaleiro naval de Chatham que fabrica submarinos.
Carlos VIII, que aqui nasceu e faleceu, fez extensas reconstruções no estilo do gótico flamboyant francês tardio. Depois de 1495 empregou mestres pedreiros italianos, Domenico da Cortona e Fra Giocondo, que aplicaram alguns dos primeiros motivos decorativos renascentistas.
No século IX, passou para o Conde de Anjou, tornando-se parte dos feudos dos reis de Inglaterra no século XII. No século XIII, um novo e enorme castelo foi construído pelo rei São Luís IX.
A cerca de 600 metros de altura, e protegida por dezassete maciças torres, as muralhas do castelo englobam 25.000 m².
Luís II e Iolanda de Aragão adicionaram uma Capela (1405-12) e apartamentos reais. A capela é consagrada a uma lasca da Vera Cruz. VER
No início do século XV, o infeliz delfim que depois tornar-se-ia Carlos VII com a ajuda de Joana d'Arc, fugiu de Paris se refugiando em Angers. FOTOS interior
Em 1562, Catarina de Medici tinha restaurado a poderosa fortaleza, mas, o seu filho, Henrique III, reduziu a altura das torres e despiu os muros dos seus reforços.
Louis-Sébastien Mercier escreveu: “Nunca encontrei nada comparável a Chantilly nos arredores da capital. (...) Trinta viagens neste lugar encantado não diminuíram a minha admiração. É o melhor casamento feito entre a arte e a natureza”.
O atual palácio ocupa o lugar de um feérico castelo medieval. As grandes cavalariças são uma obra prima e abrigam o Museu vivo do cavalo. Os jardins são uma das mais notáveis criações de André Le Nôtre.
O palácio foi destruído durante a criminosa Revolução Francesa e reconstruído a partir de 1870. MAIS
Ele emprestou seu nome ao famoso creme chantilly nele inventado.
No século XIV, o castelo foi transformado em uma magnífica fortaleza.
No século XVIII, foi abandonado, caindo em ruínas.
No início do século XX, uma família adquiriu as ruínas e promoveu a restauração às suas próprias expensas.
Na Segunda Guerra Mundial foi incendiado por tropas alemãs.
Mas a mesma família restaurou-o na década de 1960.
No século XVIII conheceu uma rápida sucessão de proprietários. Em 1803, Napoleão passou o castelo ao príncipe de Talleyrand para receber dignitários estrangeiros, nomeadamente Fernando VII de Espanha.
Essa foi a era dourada da história de Valençay. O mais célebre empregado de Talleyrand em Valençay foi seu chefe de cozinha Carême. Os descendentes de Talleyrand retiveram a posse até 1952, quando a linhagem masculina se extinguiu. Agora pertence a uma associação de castelos históricos. MAIS
Os membros da família Bayard passaram uma boa parte da sua vida a combater ao serviço do Rei de França. Pierre III Terrail, o célebre cavaleiro Bayard ali nasceu e foi criado.
MAIS Por matrimônio, o castelo ficou com a família de Noinvilles (1735). Louis-Alphonse de Noinville, emigrante sob a Revolução Francesa, foi o último Senhor de Bayard. Os seus bens foram ilicitamente apreendidos e vendidos em 1795 pelos revolucionários “democráticos”. O castelo ficou em ruínas por longo tempo. As pedras chegaram a ser usadas como material de construção.
As ruínas causadas pela Revolução Francesa foram restauradas por famílias proprietárias.
O rio servia como linha de defesa ocidental do domínio Real, contra a Normandia. Foi tomado pelos ingleses na Guerra dos Cem Anos.
Cerca de 1450, Robert d'Estouteville transformou-o numa residência confortável, desmantelando a torre de menagem e adaptando as fortificações para a artilharia incipiente.
Beynes foi totalmente abandonado durante o bárbaro “século das Luzes” (XVIII) e foi usado como um filão de pedra para construções na aldeia.
Erguido no centro da cidade, compreende vários edifícios construídos entre o século XIII e o século XVII. A sua mais famosa peça de arquitectura é a magnífica escadaria em espiral, na ala de Francisco I.
O castelo medieval foi capital política durante o reinado de Luís XII. No início do século XVI, o soberano iniciou a criação de um jardim Renascentista.
Uma ala, feita em tijolo encarnado e pedra cinzenta, constitui a entrada principal do palácio. Seu estilo é essencialmente gótico, mas existem elementos Renascentistas.
Francisco I fê-lo mobilar e iniciou uma nova ala. Criou no palácio uma das mais importantes bibliotecas da época que foi a semente da “Bibliothèque Nationale”.
A sua construção foi iniciada no século XIII, sendo inteiramente reformado no final do século XV pelo barão Bérenger de Roquefeuil. Tem uma superfície de 7.500 m², e é um verdadeiro catálogo das técnicas de fortificação medievais inclusive para resistir à artilharia.
No Renascimento, as grandes famílias seguindo o exemplo do Rei começaram a construir palácios agradáveis e deixaram as fortificações medievais para a pequena e média aristocracia.
Bonaguil encontra-se num notável estado de conservação. Nunca sofreu ataques e foi habitado até a Revolução Francesa.
O edifício original foi incendiado em 1411. Thomas Bohier, Camareiro do Rei Carlos VIII de França, só conservou a torre de menagem quando fez uma residência inteiramente nova entre 1515 e 1521. Chenonceaux hospedou a nobreza francesa, incluindo o rei Francisco I de França. Mas o filho entregou-o em pagamento de dívidas ao mesmo.
Diane de Poitiers, favorita do rei Henrique II, mandou construir a ponte arcada, juntando o palácio à margem oposta. Em 1560, as primeiras exibições de fogo de artifício alguma vez vistas em França tiveram lugar em Chenonceaux, na celebração da ascensão de Francisco II ao trono.
O castelo só não foi destruído pela Revolução Francesa porque era essencial enquanto ponte e a proprietária era cúmplice de vários ideólogos anti-cristãos.
A família Menier, famosa pelos seus chocolates, comprou o palácio no século XX, restaurando-o e mantendo a posse. MAIS
Ao final do século XIV, o castelo e seus domínios retornaram à Casa d'Orleães. A partir de Francisco I e Catarina de Médicis, o castelo e seus domínios foram confiados pelo soberano a alguns dos seus validos, muitos dos quais senhores italianos que deixaram o imóvel degradar-se. Em 1750, Germain-Louis de Chauvelin, senhor do castelo, cheio do espírito das Luzes demoliu as torres e as cortinas.
O duque de Penthièvre e sua filha, duquesa d'Orléans, foram os seus últimos senhores. Na Revolução francesa, o edifício foi prisão.
O castelo, juntamente com toda a Normandia, foi integrado na Coroa Francesa em 1204. O castelo assistiu a vários episódios da Guerra dos Cem Anos.
O feroz ódio contra a história católica da Revolução Francesa demoliu a torre de menagem em 1793, como símbolo do passado hierárquico. O castelo foi bombardeado em 1944 e seriamente danificado.
Em 17 de Agosto de 1661, Fouquet recebeu o Rei e toda a Corte para uma festa grandiosa de 3 000 pessoas. Luis XIV considerou-o demasiado poderoso e ambicioso e por isso fez D'Artagnan prendê-lo algumas semanas depois desta festa. Fouquet foi condenado a 15 anos de prisão na fortaleza de Pinerolo, na Itália, onde morreu em 1680.
Atualmente é a maior propriedade privada com o título de Monumento Histórico na França. MAIS
Entre 1725 e 1733, Stanislas Leszczynski, rei deposto da Polónia e sogro de Luis XV, viveu em Chambord. Em 1745, como reconhecimento pelo seu valor de combate, o rei deu o palácio a Maurice de Saxe, Marechal da França.
Em 1792, o governo revolucionário procedeu a um verdadeiro saque: ordenou a venda das mobílias; os painéis das paredes e mesmo os soalhos foram removidos e vendidos pelo valor da sua madeira, as portas apaineladas foram queimadas como lenha.
No século XIX o palácio foi comprado por meio de uma subscrição nacional para o infante Conde de Chambord, legítimo herdeiro da coroa francesa no exílio. MAIS e MAIS
Francisco I de Orléans-Longueville começou a construção da ala norte entre 1469 e 1491.
Durante o Renascimento foi convertido numa confortável residência cujo corpo principal é coberto pelo estilo gótico.
Gaudry, Senhor de Couches iniciou a construção da fortaleza no século XI, que foi ampliada pelos sucessores.
No início do século XVI o domínio passou para a Família de Rochechouart. Em 1590, a guarnição foi exterminada e a fortaleza desmantelada.
No século XIX iniciou-se a reconstrução em estilo neo-gótico. Novas obras aconteceram no século XX por conta da família proprietária.
Os reis da dinastia de Valois enriqueceram este palácio real.
A Revolução Francesa pilhou e vendeu o mobiliário como garantia de que os Bourbons não poderiam voltar mais.
Napoleão Bonaparte fez dele um símbolo da sua grandeza, incapaz de suportar o Palácio de Versailles, com as suas conotações monárquicas. Em Fontainebleau, Napoleão abdicou.
Numerosos atos históricos nele aconteceram. Hóspedes Reais dos Reis Bourbon foram instalados em Fontainebleau: Pedro I da Rússia e Cristiano VII da Dinamarca, e, na época de Napoleão, o Papa Pio VII prisioneiro. MAIS
Remonta a cerca de 1200. A fortificação medieval dos senhores de Lichtenstein foi por duas vezes destruída durante a Guerra do Império.
Em 1802 as ruínas passaram para o rei Friedrich I de Württemberg que fez erguir um pavilhão de caça. O atual castelo surgiu entre os anos de 1840 e 1842 obra de Wilhelm I, duque de Urach, conde de Württemberg. O estilo é neo-gótico. Os duques de Urach conservam sempre a propriedade.
O primeiro castelo do século XI em 15 de Maio de 1423 foi completamente destruído pela pela União das Cidades Imperiais.
O segundo castelo iniciado pelo Conde Jos Niklas de Zollern foi concluído em 1461. Na Guerra dos Trinta Anos, serviu de refúgio à família Hohenzollern. No século XVIII foi ocupado por tropas francesas e austríacas. No início do século XIX estava em ruínas; só ficando hoje a Capela de São Miguel.
O terceiro castelo é o atual.O futuro Rei Frederico Guilherme IV, iniciou a construção em 1842 em estilo neogótico com uma alta ideia do castelo medieval. Em 3 de Outubro de 1867 foi inaugurado pelo rei Guilherme I.
Ela pertence aos príncipes Hohenzollern, está aberto ao público e conserva excelente decoração neogótica.
Foi construído para proteger a cidade de Braubach e reforçar as facilidades aduaneiras. Por volta de 1117-1231 foi mencionada pela primeira vez. Em 1283 o Conde Eberhard de Katzenelnbogen comprou o castelo.
Em posição dominante, foi erguido por volta de 1371, pelo conde Wilhelm II de Katzenelnbogen.
O castelo foi bombardeado em 1806 e reconstruído entre 1896 e 1898.
Atualmente é propriedade privada.
Em 1600, Julius Echter reconstruiu um palácio renascentista depredado pelo calvinista Gustavo II Adolfo da Suécia, na Guerra dos Trinta Anos. Após a Guerra foi erguida uma fortificação barroca ainda mais formidável.
Marienberg foi sede aos Príncipes-Bispos de Würzburg até ao início do século XVIII.
Nas origens, no local estava o castelo de Schwanstein, sede dos cavaleiros de Schwangau, cujo emblema era o cisne.
Neuschwanstein têm ngenhos a vapor e eléctricos, ventilação moderna e canalizações de aquecimento.
Luís II nunca chegou a morar nele. Hoje é propriedade do estado da Baviera.
Em 1832, o Rei Maximiliano II da Baviera entusiasmado pela beleza da área, adquiriu a propriedade e iniciou a construção do atual palácio em estilo neogótico.
Hohenschwangau foi a residência oficial de veraneio e de caça dos Rei da Baviera. Em 1869, Luís II iniciou a construção de Neuschwanstein depositando uma pedra de Hohenschwangau.
Hoje, ele pertence a Franz, Duque da Baviera.
Nas origens houve uma fortificação romana e depois uma islâmica. A primeira referência remonta a 1120, 32 anos depois de a cidade de Segóvia regressar a mãos cristãs. Era um forte de madeira construído sobre velhas fundações romanas. Afonso VIII ergueu o início da fortificação de pedra.
Ao longo da Idade Média foi uma das residências favoritas dos monarcas de Castela e fortaleza chave na defesa do reino. A maior contribuição individual para o alcázar foi do rei João II de Castela, o qual construiu a “Torre Nova”.
Em 1474 nele foi coroada Isabel como Rainha de Castela e Leão e aí casou com Fernando II de Aragão. Filipe II de Espanha adicionou os afiados pináculos de lousa para refletir os castelos da Europa Central.
Quando a Corte Real mudou-se para Madrid, o alcázar teve vários destinos até ser danificado severamente por um incêndio. Em 1882 começou a ser restaurado. Em 1896, o rei Afonso XIII cedeu-o para colégio militar.
A primitiva ocupação do sítio remonta a um castro dos Iberos, posteriormente fortificado pelos romanos.
A estrutura atual remonta à ocupação muçulmana, quando integrava o Emirado de Córdoba. Na época da Reconquista cristã foi tomado por São Fernando III de Leão e Castela, em 1240.
Pertenceu à Ordem de Calatrava. Em 1629, Felipe IV vendeu-o a D. Francisco De Corral y Guzmán, cavaleiro da Ordem de Santiago.
Entre 1903 e 1911, o seu proprietário, conde de Torralva, iniciou vasta reconstrução. Sofreu danos na Guerra Civil Espanhola.
É propriedade privada aberto ao público.
No interior do castelo existia um pátio de armas com um bebedouro ao centro e uma galeria de arcadas e colunas românicas adornada com uma belíssima balaustrada gótica. Era habitado pelos Senhores de Valdecorneja, Condes e Duques de Alba.
Para o século XVI pareceu apertado e incômodo, foi reformado e criaram-se aposentos para as damas. Os dos cavaleiros tinham vista para o Puerto de Tornavacas e estavam situados no segundo piso.
Restaurado várias vezes, respeitando o seu perímetro original, devido às incontáveis batalhas que sofreu, tentativas de incêndio e bombardeamento.
Foi mandado construir pelo marquês de Vilhena em 1456. No século XIX, Eugenia de Montijo executou grande reforma.
No século XX, pertenceu às juventudes falangistas que fizeram instalações insensatas destruindo os telhados.
Hoje pertence à Casa Ducal de Peñaranda, descendentes da Duquesa de Alba e se encontra em fase de reabilitação.
Erguido pelos muçulmanos, em plena Reconquista foi tomado por forças cristãs dos reis Afonso VIII de Castela, Pedro II de Aragão e Sancho VII de Navarra, no início do século XIII. O castelo foi doado à Ordem dos Templários.
Mais tarde foi guarnecido pelos cavaleiros da Ordem de Calatrava.
A atual estrutura é do ano 1472, e foi iniciativa do duque de Alba. Consiste em uma torre de menagem de planta pentagonal, e o chamado “castelejo”, torre menor de planta semi-circular. O conjunto é rematado por ameias e por guaritas semicirculares. Todo o perímetro é decorado com arcos e bolas. O brasão de armas do duque encontra-se nas guaritas e sobre o portão de armas. Estilo gótico tardio. É particular.
O castelo remonta a uma fortificação muçulmana do século X. Após a Reconquista cristã da região, em 1236 o castelo foi entregue por Teobaldo I de Navarra a D. Adán de Sada.
Após sucessivas heranças, o castelo passou ao domínio da Casa de Villahermosa.
Ao final do século XIX, seus proprietários iniciaram a restauração. Toda a família participou com fundos próprios para restaurá-lo, edificar uma Basílica e moradias para sacerdotes e casas de exercícios.
Em 1566, deixou de ser habitado. Em 1914, o Ducado do Infantado procedeu a um primeiro restauro. Alguns elementos foram completamente reconstruídos, caso das salas e corredores do interior do corpo principal.
Amei! Vocês conseguem um "TUR" pelos castelos, (minha paixão), para quem não pode ir lá. Parabéns!
ResponderExcluirAdorei tb... simplesmente maravilhosos
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