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quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Em torno do castelo se efetivou a promessa divina: “Procurai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais vos será dado por acréscimo"

Le Lude, França
Castelo de Le Lude, vale do Loire, França
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs









Desde a “motte” primitiva, não encontraremos no castelo nada que lembre príncipes românticos nem torvos tiranos.

Há apenas, porém no mais alto grau, o ambiente para uma vida austera, temperante e cheia de espírito de sacrifício.

Através dos séculos, enquanto o castelo evolui — de um lado tornando-se mais poético e cheio de encanto, e de outro mais severo e importante — a vida nele continua no mesmo teor.

Porque na Idade Média os homens viviam com os olhos postos no alto, na eternidade, em Deus, e a existência terrena era para eles apenas uma provação transitória, na qual deveriam ajudar-se mutuamente como membros da mesma família — a família de Deus.

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Le Lude: castelo de conto de fadas

Le Lude: castelo de conto de fadas
Le Lude: castelo de conto de fadas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Há castelos que são próprios de um rei. Mas há outros, como o Lude, cuja beleza é como um sonho!

Podemos imaginar uma condessa, uma marquesa, vivendo neles como uma fada maravilhosa, admirável, benfeitora.

E, entretanto, a Civilização Cristã os trouxe para este vale de lágrimas para nos ensinarem a desejar o Céu.

O castelo de Le Lude, no vale do Loire, França, é um exemplo vivo disso.

No século X já existia no local uma fortaleza, assaz primitiva e rude, fundamentalmente militar. Foi o castellum Lusdi que pertencia aos duques de Anjou.

Na atual posição geográfica ele servia para defender a região de Anjou contra as incursões dos normandos.

Estes ferozes guerreiros bárbaros – vikings vindos do norte, por isso nord=norte mandos= de man homen – desciam pelos rios em seus navios (os drakar) pilhando, matando e incendiando os povoados que encontravam em seu caminho.