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quarta-feira, 14 de julho de 2021

A feliz junção da Europa medieval
com a Igreja e a Religião

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Na Europa medieval, as vidas dos conventos e dos castelos, dos santos e dos heróis se entrecruzaram indissoluvelmente.

Por exemplo, o mosteiro do Escorial. Ele, aliás, não é medieval. Mas foi feito por homens que tinham mentalidade medieval.

É, ao mesmo tempo, um convento e a residência pessoal do rei mais poderoso da Terra no seu tempo: Filipe II da Espanha.

Sem dúvida o Escorial é muito bonito.

Mas, a gente pode pensar na salinha do Escorial, ou num dos salões, e ali imaginar Filipe II lendo uma carta de Santa Teresa de Jesus.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Cristandade: onde a luz de Cristo
inspira as obras dos homens

Montizón, Espanha
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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Os aspectos dos castelos ressaltados pelo fotógrafo sublinham um reflexo de Deus brilhando em obras feitas por homens.

Neles aparece o espírito da Igreja Católica, pois foi a Igreja Católica que inspirou as almas que os criaram.

Há, portanto, uma justificativa religiosa para as sensações da ordem metafísica que esses castelos transmitem. Não se trata de meras sensações superficiais e passageiras.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Castelo de Amboise:
fruto da Cristandade que espelha a Luz de Cristo

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A Luz de Cristo só brilha na sua autenticidade e plenitude na Igreja Católica.

E a Igreja comunica essa luz às obras de seus filhos.

Isto é especialmente verdadeiro para a Cristandade.

Este reflexo divino, enquanto se fazendo brilhar na ordem temporal a Igreja e o espírito religioso e ortodoxo dos católicos que constituem a Cristandade, pode ser chamado, com a devida analogia, também de Lumen Christi - Luz de Cristo.

O castelo de Amboise é um dos inúmeros exemplos concretos de essa irradiação da Luz do Redentor no campo temporal.

Ele foi construído num promontório com vista para o Loire. Na Idade Média foi substituído por uma ponte.

Ainda em tempos medievais, no século XI, Fulques III o Negro, Conde de Anjou, reconstruiu a fortaleza.

Em 1434, o edifício foi adicionado por Carlos VII aos bens da Coroa, depois do seu proprietário, Louis d'Amboise, ter sido acusado de conspiração e executado em 1431.

O castelo foi um dos favoritos dos reis franceses.

Carlos VIII, que nele nasceu e faleceu, fez extensas reconstruções no estilo do gótico flamboyant francês tardio.

Depois de 1495 empregou mestres pedreiros italianos, Domenico da Cortona e Fra Giocondo, que aplicaram alguns dos primeiros motivos decorativos renascentistas.





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