terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Chinon: ruínas veneráveis impregnadas de altivez católica

Chinon, sala do encontro de Carlos VII com Santa Joana d'Arc, castelos medievais
Chinon é o castelo memorável onde Santa Joana d'Arc foi encontrar o Delfim da França, então em plena derrota e devorado por dúvidas interiores.

Naquele castelo, a Santa lhe disse da parte de Deus que era o Rei da França. Por este fato as pedras que restam merecem ser osculadas.

Chinon está em ruínas. Continuam de pé as muralhas e três torres. O resto está arrasado.

A própria sala onde Santa Joana d'Arc encontrou o Delfim, e onde se passou a cena impressionante dela se ajoelhar diante dele para dizer da parte de Deus que ele era filho legítimo do rei de França, portanto, era ele o legítimo rei de França, foi demolida por ordem expressa de Richelieu, um Cardeal-bispo de política absolutista.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Ruínas de um castelo da Espanha

Ruínas do castelo de Turégano, Segovia, Espanha
Ruínas do castelo de Turégano, Segovia, Espanha
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








É uma ruína.

Mas que força maravilhosa tem essa ruína que, em vez de dar pena, ela sugere a ideia da grandeza que ela não tem mais!

Ela faz reviver um passado tão bonito que a gente se pergunta, às vezes, se esse passado que a gente imagina a propósito dela não é mais bonito do que ele realmente foi.

Exprimindo melhor: se ele não faz imaginar um passado mais bonito do que foi realmente.

É o próprio das coisas grandiosas quando elas caem.

Elas caem, mas todo o seu passado fica como uma espécie de cauda enorme que desce do Céu até elas.
Ruínas do castelo de Turégano, Segovia, Espanha
Ruínas do castelo de Turégano, Segovia, Espanha

É a continuidade histórica, é o que foi e que deixou sua memória lendária nos homens.

"Não sou mais, mas aprendi: fui! E se eu fui o que eu deveria ser, de algum modo eu serei para sempre!"

Quem não se toma de respeito diante dessas ruínas?

Espírito moderno: "isto aqui não adianta mais de nada, vamos dinamitar e arrasar essa colina para transformar isso numa coisa chata, rasa... digamos outra coisa, um imenso pátio para manobra de ônibus".

São dois espíritos, duas mentalidades.



(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira)



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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Vila Nova do Ourém – Portugal: O perfume da realidade primitiva, boa, reta e cheia de vida

Para quem experimenta encanto na análise do linguajar das nações, Vila Nova do Ourém é um nome delicioso! Delicioso no quê?

Talvez um português, nascido em Portugal, não sinta isso tão bem quanto um descendente de português, nascido do lado de cá do Atlântico.

O castelo remonta aos tempos do fundador de Portugal Dom Afonso Henriques e dos templários.
Segundo documento de 1180 o lugar se chamava em latim Auren.