terça-feira, 20 de setembro de 2011

Origem e morte do castelo depende da moral e da religião da família nobre

Montreuil-Bellay
O castelo está intrinsecamente ligado a uma família. A família é a alma do castelo.

Tudo nele, grande o pequeno, carrancudo ou charmoso, é a manifestação do espírito de uma linhagem.

Como tantos deles ficaram abandonados e até viraram ruínas?

Quanto mais se procura, encontra-se quase infalívelmente o mesmo fato:a família que o criou e/ou habitou, previamente decaiu. As causas alegadas da decadência podem ser diversas: guerras, desastres naturais...

Porém, sempre se encontra uma grande e decisiva causa: a crise moral e religiosa da família nobre que foi a alma do castelo.

O acadêmico Jean d'Ormesson, de nobre origem, escreveu sobre a escalada dos prazeres, a infidelidade conjugal e a morte da vida em muitos castelos:

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Vaux-le-Vicomte e sua inesquecível festa

Vaux-le-Vicomte


Nicolas Fouquet (Paris, 27 de janeiro de 1615 Pignerol, 03 de abril de 1683) foi visconde de Melun, Visconde de Vaux, marquês de Belle-Île, e todo-poderoso Superintendente de Finanças do rei Luis XIV.

Também foi protetor e padroeiro dos escritores e artistas.

Em 1653, ordenou a construção de um magnífico castelo em Vaux-le-Vicomte.

Reconstituição histórica para Natal, 2010
A propriedade inicial, em verdade, fora adquirida antes de sua nomeação como superintendente, e constava apenas de um velho palácio rodeado por terras não cultivadas.


Em 17 de agosto de 1661 o visconde ofereceu ao Rei Luís XIV uma festa suntuosa, com jatos de água, fogos de artifício, um banquete para 1.000 comensais.

Na ocasião foi interpretada a peça Fâcheux de Molière, composta especialmente para o evento.