terça-feira, 25 de abril de 2017

Cristandade: onde a luz de Cristo
inspira as obras dos homens

Montizón, Espanha
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Os aspectos dos castelos ressaltados pelo fotógrafo sublinham um reflexo de Deus brilhando em obras feitas por homens.

Neles aparece o espírito da Igreja Católica, pois foi a Igreja Católica que inspirou as almas que os criaram.

Há, portanto, uma justificativa religiosa para as sensações da ordem metafísica que esses castelos transmitem. Não se trata de meras sensações superficiais e passageiras.

Olite, Navarra, Espanha

O que leva uma criança a se encantar com um castelo desses é a mesma coisa que a leva a se encantar com um enfeite de árvore de Natal.

A criança está no berço; a mãe suspende uma bola dourada e a criança fica vivaz, começa a balbuciar e rir porque um senso profundo do belo, do bom e do verdadeiro que há nela se alegra com a bola natalina. A criança não tem raciocínio, mas sente uma afinidade que vem do fundo de sei ser.

É a inocência primeva que fala nela antes mesmo do uso da razão. Mas que pode falar num adulto que soube conservar e desenvolver essa inocência primeva e que exulta em contato com um castelo desses.

“Bem Aventurados os puros, porque verão a Deus”.

Olvera, Espanha
Em sentido contrário, a criança pode ser muito deformada por uma má apresentação de fatos prosaicos da existência, por exemplo com o modo pelo qual se dá a procriação.

Essa atitude distorcida pode ser passada a respeito das necessidades naturais do organismo, ou exprimindo de modo grotesco defeitos que existem até nas pessoas mais respeitáveis.

Isso cria na criança uma espécie de conaturalidade com o prosaico que abafa essa inocência primeva.

Uma boa formação da inocência, não consistiria em não falar dessas coisas, mas consistiria em explicá-las à criança apresentando corretamente o pecado original e suas consequências.

Explicando isso direito à criança salvaria a inocência e faria a criança viver uma linha de pureza extraordinária.

E protegeria essa aptidão para se voltar para a ordem metafísica de que falam estes castelos.

(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, 10/03/84. Adaptação sem revisão do autor)



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2 comentários:

  1. Edson Maia Carlos Filho26 de abril de 2017 13:56

    Magníficos ! épicos ! eternos !

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  2. Muito interessante. Obrigada.

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